CADERNOS CAPP
O que fazemos?

Quem

somos?

O que queremos?

SUJEITOS DA ESCOLA

"O ESSENCIAL DO OFÍCIO DE PROFESSOR É QUE NÓS SOMOS PROFISSIONAIS QUE TRABALHAMOS COM A FORMAÇÃO HUMANA"

( Maria Inês Teixeira)

 

O PROFESSOR

" É APONTAR CAMINHOS, CONSTRUIR POSSIBILIDADES, É SER MULTIPLICADOR..."
(HELOISA)

" PARCEIROS DO SABER _EDUCANDOS E EDUCADORES."
(FRANCISCA)

"CONSTRUTORES DA TOTALIDADE."
(JANE)

" MOLDADOR DE PERSONALIDADES..." 
(LUIZA)

" É O NADA E O TUDO."
(FÁBIO)

"SER AMIGO, COMPANHEIRO, LUTADOR E SONHADOR . É A NOSSA VIDA."
(CONCEIÇÃO)

"MÃE, AMIGA, IRMÃ, FILHA."
(SABRINA)

" EDUCADORES."
(IZAURA SILVANA)

" AGENTES DE TRANSFORMAÇÃO, FORMADORES DE CONSCIÊNCIA. "
(ÂNGELA)

" SEMEADORES..."
(CLÁUDIA)

"CONDUTORES."
(DEUSIANA)

" DISSEMINADORES DO CONHECIMENTO."
(TEREZINHA)

"PESSOAS COMPROMETIDAS."
(AUXILIADORA)

" É DESFAZER-SE E CONSTRUIR-SE EM FUNÇÃO DO CRESCIMENTO DO OUTRO."
(REGINA)

"OPERÁRIOS DO SABER."
(LEONARDO)

" É UM SER QUE LIDA COM UMA IMPOSSIBILIDADE ESSENCIAL: A PRETENSÃO DE ENSINAR A VERDADE."
(PACO)

" SER PROFESSOR É SER FELIZ E FAZER FELIZ!"
(EDINA)

" É SER SUJEITO. UM SER CAPAZ DE RECOMEÇAR SEMPRE."
(FRANCISCA)

" É UM DESAFIO."
(MÔNICA)

"TER PRAZER EM ENSINAR E APRENDER".
(ROGÉRIA)

" PRETENDEMOS SER CONSTRUTORES DE UM SER CRÍTICO, LEITOR E TRANSFORMADOR."
(ANA LEDA)

"É DOAR _ SE ACIMA DE TUDO, QUEBRAR BARREIRAS E ENFRENTAR DESAFIOS."
(EDEMÍLDES)

 

  A CRIANÇA

Como todos nós, a criança carrega uma bagagem cultural diferente e que deve ser respeitada, valorizada e atendida de acordo com sua história. Se nos esquecemos dessa individualidade fracassamos no nosso objetivo que é principalmente inserir a criança no processo de socialização, na construção da sua identidade e de seu lugar simbólico no universo social. Nesse processo não se pode perder os aspectos lúdicos, pois é inerente e essencial ao ser humano e, sobretudo, à criança o ato de brincar. Não sendo assim, surgem os fracassos e consequentemente o desinteresse, o abandono às aulas e a exclusão.

" O PROFESSOR É UMA PESSOA E UMA PARTE IMPORTANTE DA PESSOA É O PROFESSOR."
(INÊS TEIXEIRA, PARAFRASEANDO ENNIFER NIAS)

 

  O JOVEM

Há necessidade de uma reflexão mais ampla da visão que temos dos jovens, pois é a partir dela que se estabelecem as bases da relação professor-aluno. Devem-se evitar estereótipos; a imagem que temos faz com que ajamos de forma inadequada. Eles têm os mesmos desejos, anseios e dúvidas que todos nós. Faz parte do jovem ser questionador, "rebelde" e ir contra as normas pré-estabelecidas, e é nesse conflito que ele busca e define sua identidade.

O nosso papel é ser o ouvinte, orientador e mediador das suas indagações, pois é a partir dessa relação de diálogo e confiança é que podemos atingir nossos objetivos: discutir a sexualidade existente, a relação com as drogas, criar alternativas sedutoras para atraí-los ao estudo e despertar sua sensibilidade e criatividade através da sua relação com a cultura.

  O ADULTO 

A escola não foi pensada para o adulto-aluno dentro dela. Nas décadas 50/60, com a ênfase no desenvolvimento econômico, o adulto, mesmo analfabeto era considerado "capital humano".

Na década de 70, o poder econômico exigiu um trabalhador alfabetizado. Atendendo a essa demanda, foi necessário pensar uma escola noturna para o jovem adulto trabalhador, para atender essa exigência do mercado de trabalho. O discurso era a reprodução e a escola para adultos tornou-se aparelho reprodutor das desigualdades.

Assim, tanto pensar o sujeito do ponto de vista da carência ou como da reprodução não permitiu que se pensasse um projeto de resgate e de emancipação desse sujeito como cidadão.

A partir da década de 80, começa-se a retornar o debate das possibilidades da escola, no resgate do sujeito como trabalhador. Assim, o aluno-adulto foi percebido como esse sujeito-trabalhador.

Na década de 90 ele passa a ser sujeito sócio-cultural, tanto interno quanto externo da escola, isto é, se insere culturalmente na sociedade através do processo escolar que está vivenciando.