As bases cartográficas urbanas dos censos provêm de órgãos públicos estaduais ou muni-cipais
e da iniciativa privada, uma vez que o IBGE não é produtor de mapeamento em escalas
cadastrais. A diversidade na construção nacional de bases urbanas convencionais e digitais ao
nível cadastral, assim como a necessidade de adequá-las à operação estatística, implicou na
construção de uma linha de produção completa para viabilizar o mapeamento urbano do
Censo 2000. Foi definido o padrão IBGE_CENSO2000, assim como a metodologia e os
aplicativos computacionais para as funções de conversão, digitalização, impressão de mapas
de localidades e setores e a geração de malhas polígono dos setores 2000. Este trabalho mos-tra
o esforço para uma mudança tecnológica com o desenvolvimento e a implantação de
aplicativos que tornasse possível, dentro da realidade nacional, a construção de uma mapoteca
CAD padronizada com Mapas de Localidades e de Setores Urbanos para todas as cidades e
vilas do Brasil.