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Elisa Freixo e Abel Vargas fazem concerto no Música de Domingo
Foi prática musical até o século XVIII o hábito de dominar tecnicamente diversos teclados. Os organistas barrocos tinham no cravo e no clavicórdio seus instrumentos de estudo: normalmente localizados em suas casa , num ambiente aquecido, eram instrumentos que dispensavam o emprego dos tocadores de fole, insubstituíveis para a produção de ar dos órgãos.

Elisa Freixo é paulista e, após um grande período de formação em órgão e cravo tanto no Brasil quanto na Europa, radicou-se em Mariana desde 1988, ano em que foi convidada pela Fundação Cultural da Arquidiocese da cidade para cuidar do órgão barroco de sua Sé construído na Alemanha em 1701 por Arp Schnitger. A partir daí começou a desenvolver um trabalho de divulgação em torno deste precioso instrumento. Paralelamente vem se dedicando a um trabalho de divulgação dos outros instrumentos de teclado, em especial o cravo e o fortepiano, ainda bastante desconhecidos do público brasileiro.
Além se suas atividades como concertista, que a levam em turnês pelo Brasil e por diversos outros países, exerce intensa atividade didática. Atualmente vem produzindo uma série de gravações ao órgão como solista e camerista.

Abel Vargas também é natural de São Paulo e, além de formado em arquitetura pela USP, estudou nos Seminários de Música Pró Arte entre 1964 e 1970, com Paulo Herculano, Ricardo Kanji e Diogo Pacheco teoria, flauta doce e regência. Estudou ainda Viola de Gamba com Francine Berckmans de 1987 a 1989. Abel atuou vários anos no Instituto de Pesquisas Tecnológicas da USP, trabalhando em madeiras brasileiras para serem utilizadas em outras diversas funções, inclusive a construção de instrumentos musicais. Desde 1980, trabalha como construtor de instrumentos (cravos, espinetas, clavicórdios, flautas doces e traversos). Em BH estão 15 cravos e espinetas produzidos por Vargas.
Vargas desempenha um papel importante na pesquisa da música antiga e no renascimento da música interpretada a partir de práticas históricas no Brasil. Vem atuando em conjuntos como Musikantiga, Paraphernalia, Ars Musike e Música Rara, participando de inúmeros encontros musicológicos e festivais.


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